Relacionar é um operante: um sobrevôo nos 35 anos de pesquisa sobre RFT

Authors

  • Steven C. Hayes
  • Stu Law
  • Kian Assemi
  • Neal Falletta-Cowden
  • Melia Shamblin
  • Kenneth Burleigh
  • Rita Olla
  • Michelle Forman
  • Patrick Smith

DOI:

https://doi.org/10.18761/PAC.2021.v12.RFT.02

Keywords:

teoria das molduras relacionais, equivalência de estímulos, operantes relacionais, comportamento verbal, linguagem humana, comportamento simbólico, transformação de funções de estímulos, implicação mútua, implicação combinatória

Abstract

A Teoria das Molduras Relacionais (RFT) é a forma mais simples de teoria operante, uma vez que afirma que um tipo particular de comportamento, a resposta relacional derivada arbitrariamente aplicável, é um operante e nada mais do que isso. Embora a teoria seja simples, suas implicações não são, e a adoção tem sido lenta até recentemente. A RFT foi descrita formalmente pela primeira vez em 1985 e, nos 35 anos desde então, centenas de estudos foram conduzidos sobre a aprendizagem relacional de um ponto de vista operante. O presente artigo resume brevemente essa história e examina algumas de suas reivindicações principais. Até agora, o programa empírico delineado pela RFT se manteve muito bem. Algumas direções futuras são delineadas que permitirão uma avaliação mais abrangente da importância do programa de pesquisa da RFT e uma exploração mais completa de suas profundas implicações.

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Published

2021-04-20

How to Cite

Hayes, S. C. ., Law, S., Assemi, K. ., Falletta-Cowden, N. ., Shamblin, M. ., Burleigh, K. ., Olla, R. ., Forman, M. ., & Smith, P. . (2021). Relacionar é um operante: um sobrevôo nos 35 anos de pesquisa sobre RFT. Perspectivas Em Análise Do Comportamento, 12(1), 005–032. https://doi.org/10.18761/PAC.2021.v12.RFT.02