Formação de classes de respostas, resistência à mudança e terapia comportamental infantil
DOI:
https://doi.org/10.18761/perspectivas.v1i2.31Abstract
Compreender o processo de formação de classes de respostas pode auxiliar na análise do comportamento complexo. A resistência à mudança dificulta o trabalho do terapeuta comportamental. Identificar variáveis que favorecem o desdobramento de classes de respostas é um desafio para o analista do comportamento. O objetivo do presente trabalho é identificar variáveis relevantes que dificultam a formação de nova classe de resposta e intervenções que alterem as classes de respostas pré-estabelecidas. Estudos recentes mostram dificuldades na aquisição de nova classe de resposta quando outra classe já tenha sido anteriormente estabelecida. É importante considerar tanto a aversividade dos estímulos presentes na formação da nova classe de resposta como a sobreposição do comportamento operante e respondente. A análise de amostras de interações entre terapeuta e criança mostra pequenas mudanças de respostas verbais. A intervenção pretendeu desdobrar uma classe de resposta em duas classes menores. Ao identificar novas classes de respostas e suas consequências, a criança pode alterar a classe de resposta anterior. Esta análise sugere que as alterações ocorridas nas classes de respostas resistentes possam ter a função de expor a criança a novas contingências.
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